
Criador do Método P.A.C. (Presença, Autoridade e Conversão), Gilliano trabalha com um problema específico: médicos e clínicas que são excelentes no consultório e invisíveis fora dele.
O trabalho não é ensinar a postar. É construir a estrutura que faz o paciente certo encontrar, confiar e marcar, com segurança sobre o que pode e o que não pode ir ao ar.
Um processo em três frentes (Presença, Autoridade e Conversão) que organiza a comunicação de médicos e clínicas sem improviso. Ele começa pelo que a norma do Conselho permite e constrói a estratégia a partir daí, em vez de publicar primeiro e corrigir depois.
Acompanhamento direto com o médico ou o responsável pela clínica para definir a especialidade de posicionamento, estruturar a presença e implantar a rotina de conteúdo.
Para quem: quer sair da dependência de indicação e construir agenda própria.
Encontro com toda a equipe, da recepção ao corpo clínico, porque a conversão acontece no atendimento e não no anúncio.
Para quem: tem movimento de contatos, mas perde paciente antes do agendamento.
Análise do perfil, do site e do fluxo de atendimento, com as prioridades dos próximos 90 dias.
Para quem: quer entender onde está perdendo paciente antes de contratar qualquer coisa. Avaliação sem custo.
Um processo em três frentes (Presença, Autoridade e Conversão) que organiza a comunicação do médico ou da clínica de forma estruturada. Ele começa pelo que a norma do Conselho permite e constrói a estratégia a partir daí, em vez de publicar primeiro e corrigir depois.
Para médicos e clínicas que têm competência reconhecida no consultório e presença digital fraca ou inexistente. Funciona tanto para quem está começando quanto para quem já publica, mas sem constância nem retorno em agendamento.
Sim. A norma vigente permite ao médico divulgar seu trabalho nas redes próprias com o objetivo de formar, manter ou ampliar clientela. O que ela exige é identificação completa, linguagem sóbria, caráter educativo e ausência de promessa de resultado. A mentoria trabalha exatamente dentro desses critérios.
São sessões on-line agendadas conforme a disponibilidade do profissional, com material de apoio entre um encontro e outro. O foco é implantação: cada sessão termina com o que será executado até a próxima.
Ajuda bastante, mas não é obrigatório para começar. Existem formatos de autoridade que funcionam sem rosto em câmera, e o caminho é definido de acordo com o perfil e a agenda de cada profissional.
A rotina é desenhada para quem atende o dia inteiro. O objetivo é constância, não volume, e boa parte da produção é concentrada em blocos, não diluída todos os dias.
Não. Tráfego pago é uma alavanca que pode entrar depois. A mentoria trata da base: posicionamento, conteúdo estruturado e conversão no atendimento. Anúncio sobre base malfeita apenas acelera o desperdício.
Os ajustes de perfil e de atendimento costumam aparecer primeiro, porque mexem em contatos que já chegam hoje. Posicionamento e autoridade se constroem ao longo dos meses. Por isso o diagnóstico define prioridades de 90 dias, começando pelo que destrava mais rápido.
A mentoria orienta a comunicação com base na norma vigente, mas a responsabilidade ética e regulatória sobre as publicações é sempre do profissional inscrito. Quando houver dúvida específica sobre um caso, o caminho correto é a consulta ao Conselho da sua jurisdição.
Seu próximo paciente já está pesquisando. A questão é se ele vai encontrar você ou o consultório ao lado.